'' Meu verdadeiro male é a cura para meus males superficiais ''
Eu sinto suas mãos ásperas novamente, elas não me dão sensação de incomodo. Seria engraçado eu confessar que espero dias para que possa sentir-las por uma fração de segundos ?
Encosto-me numa parede qualquer e o ouço falar, várias coisas ditas, várias coisas escondidas e ele também me ouve. Quando o assunto acaba, a troca de olhares é a única linguagem que compreendemos. Seu cabelo grande (realmente grande), moldado numa trança, balança quando se mexe de um lado ao outro, andando na minha frente. Me olha sorrir, tola e sem jeito, e retribui com os olhos cheios de alegria e sorriso rodeado pela barba por fazer.
Como isso vai terminar ?
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