5 de abril de 2010

Eu sinto muito,

Sinto a falta de encostar (deitar) minha cabeça nas tuas pernas,
De ouvir com intensidade a palavra Amor saindo da tua boca, se misturando quase que com homogeneidade junto a sinceridade serena que é sempre presente em teu ser.
Sinto falta de acordar ao lado do teu corpo quente, de dividir um lençol velho e macio, juntando-me a ti, amor
A falta de conversar até de madrugada, com pausa para beijos e carinhos. Fazer isso, mesmo sabendo do cansativo dia seguinte.
De dizer que tua presença me enjoa, mesmo que tal frase seja a mais falsa que já profecei.
E o maior de todos os vazios é a falta que sinto de tais desejos de minha imaginação se tornarem a mais pura verdade.

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